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Sim, este é um texto motivacional!

Como você acabou de ler…

Sim, este é um texto motivacional. Não aquela motivação utópica, de ilusão. Mas a motivação que vem do real, das condições, do possível, mas também de um sonho grande.

E tudo começa por aí.

Você tem um sonho grande?

Aquele sonho presente em toda a vida. Aquele sonho que faz com que você caminhe quando está cansado. Aquele que faz com que você corra quando, na verdade, o seu corpo, a sua energia ou a sua mente pede para você parar. Aquele que faz com que cada esforço valha a pena; noites mal dormidas se transformem em dias de lembranças.

Sim, este é um texto motivacional!

Um texto que tem a intenção de conversar com a sua emoção. E o deseja fazer da forma mais correta possível: pedindo licença a você. Falando com o seu racional e o seu emocional.

Eu estou falando das insistências ou desistências na jornada. Do que fazer com pedras ao longo do caminho inteiro:

Se deixar derrubar por elas (elas derrubam você ou é você quem cai nelas?). Aceitar permanecer no chão por ter sido derrubado (ou por ter caído mesmo, não é meu amigo?). Usar a pedra como descanso: já que está a pedra está ali mesmo. Ou juntar umas duas ou três (ou mais), inclusive as maiores (principalmente as maiores), para fazer de escada… para escalar, para tirar proveito delas. Para transformá-las em pedras de oportunidades.

Certo dia estava deixando meu filhinho de dois anos na escola no mesmo instante em que outra mãe esperava a sala de aula abrir para deixar seu filho, também de dois aninhos, colega do meu filho. De repente, vi o menino no chão, chorando, e ela o pegando no colo e, com a melhor das boas intenções; disse: “pedra boba, derrubou o fulano” (disse o nome do filho)!

Eu fiquei pensando: mas a pedra estava ali e não derrubou os demais colegas… Não seria o fulaninho que teria caído por esbarrar na pedra (que, por sinal, estava parada)?

Engraçado que levou mais alguns minutos para outros pais chegarem com seus filhos e já começarem as despedidas para dar início à aula, quando da janela um pai gritou (um grito baixo e alegre) para a filha (também com dois aninhos): tchau, filha! Lembra que a vida é boa…

Encurtando minha reflexão, prefiro a segunda opção. A menina (que cresceria lembrando que a vida é boa) também poderia cair na pedra que estava posicionada perto da sala das crianças. E se isso acontecesse, ela poderia pensar que apesar do tombo, apesar da pedra, a vida continua sendo boa.

Crescer acreditando que pedras nos derrubam, que a vida nos derruba e, portanto, a culpa é da vida, nos torna limitados. E quanto mais crescemos, mais crescem as ações e as decisões que precisamos tomar. E nessa relação, mais limitados nos sentimos? Sim, pode ser.

Torna-se muito mais fácil e inteligente lembrar que a vida é boa e que foi você quem tropeçou na pedra. Frente a isso, a responsabilidade da sua postura com relação à vida (que é boa) é sua.

Quando juntas, empilhadas… (pedras) se tornam montanhas de pedras. Para os que acreditam que pedras derrubam, que continuem admirando muros. Para os que acreditam que a vida é boa, que subam para curtir a vista!

Como falei, este é um texto motivacional. Não de ilusões, mas real.

E você está motivado a quê?

A parar ou continuar? Dizem que a vista é linda…

Um beijo… fiquem com Deus!

Nanda Fernandes

Publicado em:Coaching

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